Três tipos de desigrejados! Por Renato Vargens


Na minha opinião existem três tipos de desigrejados, senão vejamos: 


1-) Os que foram feridos na batalha. Esses são aqueles que frequentaram estruturas despóticas conduzidas por coronéis da fé, que de forma perversa foram arrebentados por profetas da mentira que em nome de Deus ensinam aquilo que a Bíblia jamais ensinou. Os feridos da batalha precisam ser acolhidos, amados e tratados com paciência afim de que mediante o evangelho possam ser curados de suas marcas e decepções.  

2-) Os semi-igrejados. Os semi-igrejados são aqueles que aparecem nos cultos algumas vezes, mas não toda semana. Eles estão dentro e fora, estão ligados e desligados, um domingo aqui e dois sumidos. Semi-igrejados são pessoas que passam por todo o processo de fazer parte de uma igreja, não têm qualquer problema com a igreja, mas, ainda assim, só entram por suas portas uma ou duas vezes ao mês.  

3-) Os que odeiam a noiva. Esse tipo de desigrejado ama falar mal da Igreja, de suas estruturas e pastores. Para ele, a noiva de Cristo é um tipo de prostituta que precisa ser rejeitada. Nessa perspectiva, condenam as reuniões no templo, falam mal de pastores, são avarentos, criticam tudo e todos, preferindo viver a vida cristã como nômades, não se submetendo a ninguém e nem a nada, simplesmente pelo fato de que acreditam que qualquer estrutura por menor que seja é maligna e diabólica. Para tanto os "haters" fundamentam sua eclesiologia em textos isolados, incentivando a reunião nas casas em detrimento ao templo, esquecendo que as Escrituras ensinam sobre a necessidade que a igreja tem de presbíteros, disciplina e ministração dos sacramentos aos que foram salvos por Cristo. 

Caro leitor, os feridos na batalha precisam ser amados, os semi-igrejados precisam ser exortados em amor a não deixarem de congregar, como é costume de alguns. (Hebreus 10.25) Agora, os "haters" da noiva precisam em amor ser confrontados a fim de que caiam em si e entendam que a noiva, é de Cristo e não uma prostituta qualquer. 

Pense nisso!






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Fonte: Renato Vargens
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